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O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Pereira Ribeiro Junior, explicou que a taxação pode elevar o preço da tonelada da carne em cerca de US$ 8.600, inviabilizando qualquer comercialização com o mercado americano. Atualmente, o estado é o maior produtor de carne bovina do país.
“Solicitamos ao Governo Federal que utilize todos os recursos e esforços para a resolução desse problema, com muito diálogo e disposição. Acreditamos na soberania nacional, mas acreditamos, principalmente, no bom senso e na pacífica negociação, antes de se tomarem medidas intempestivas que podem levar a resultados desastrosos para nossa economia”, diz trecho da nota.
Por meio de uma carta enviada ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o republicano afirmou que, entre os motivos da cobrança imposta, está a suposta perseguição do Supremo Tribunal Federal ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Trump classificou a situação como uma “desgraça internacional”.
Ele também apontou uma “injustiça” contra os Estados Unidos como justificativa para a implementação da tarifa. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifestou preocupação com a decisão e afirmou que a medida deve impactar no preço dos insumos importados e na competitividade das exportações brasileiras. Destacou ainda que o momento exige cautela e que o país precisa adotar uma diplomacia eficaz.

Nova tarifa dos EUA ameaça exportações e eleva custo da carne, alerta Acrimat
As entidades do setor do agronegócio demonstraram preocupação após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil. A nova alíquota entra em vigor a partir do dia 1º de agosto.
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