![]()
Lindbergh afirmou ainda que o PT deve apresentar nova ação no STF. O PT vai pedir a responsabilização criminal de Eduardo por atentar contra a soberania nacional.
Segundo Lindbergh, o próprio Eduardo admitiu manter “intensos diálogos” com autoridades do governo Trump. “Ele confessa em nota conjunta com Paulo Figueiredo que agiu nos últimos meses para obter sanções contra o nosso país. Isso é uma afronta à soberania brasileira”, disse o petista.
Lindbergh afirmou que o parlamentar não deveria mais ocupar uma cadeira na Câmara. “Ele já está licenciado, mas a licença terminou há mais de uma semana. Nós pedimos que o processo de cassação seja acelerado diante dos novos fatos”, completou.
Já o PSOL entrou com notícia-crime contra Eduardo Bolsonaro na PGR (Procuradoria-Geral da República). Representação apresentada hoje pede a prisão preventiva do deputado por supostos crimes contra o Estado Democrático de Direito.
Por que o PSOL defende a prisão de Eduardo?
Pedido de prisão é baseado em três crimes do Código Penal. São eles: atentado à soberania nacional, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado. Está no STF um processo contra Eduardo Bolsonaro que investiga esses mesmos três crimes.
Ação do PSOL vincula Eduardo à tarifa de 50% imposta por Trump. O partido afirma que o deputado celebrou a medida, que teria sido resultado direto de sua atuação junto a congressistas e ao governo dos EUA.
Representação acusa Eduardo de chantagem contra o Judiciário. Em nota, ele defendeu anistia para Jair Bolsonaro como “solução” para evitar agravamento da crise com os EUA.
Partido acusa Eduardo de fazer negociações internacionais contra o Brasil. Para o partido, o parlamentar articulou nos EUA medidas hostis, como sanções econômicas e ataques a autoridades brasileiras — que resultaram no “tarifaço” de Donald Trump.
Partido relaciona lobby a uma “segunda etapa do 8 de Janeiro”. Para o PSOL, Eduardo trocou o golpe pela força por pressão externa com o objetivo de desestabilizar o país e blindar aliados.
A atuação do deputado é chamada de antidiplomática. Segundo a representação do PSOL, Eduardo agiu deliberadamente para causar prejuízos econômicos severos ao Brasil e sabotar instituições.
Deputado teria usado cargo para articular medidas contra o próprio país. O partido lembra que Eduardo licenciou-se da Câmara para permanecer nos EUA e intensificar suas articulações.
PSOL vê risco à segurança nacional e pede ações urgentes. Entre as medidas cautelares, o partido requer apreensão do passaporte, cooperação com os EUA e abertura imediata de inquérito.

Deixe um comentário