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A câmara hiperbárica é um dispositivo médico utilizado na terapia de oxigenação hiperbárica, onde o paciente respira oxigênio puro em uma pressão maior do que a atmosférica. Isso aumenta a quantidade de oxigênio dissolvido no sangue, auxiliando na cicatrização de feridas, combate a infecções e outros benefícios terapêuticos.
Um dos principais pontos levantados por Abílio é o valor do contrato, na ordem de R$ 1 milhão, firmado, segundo ele, com uma empresa ligada à família do ex-deputado federal Pedro Henry.
Henry foi um dos alvos da Operação Sanguessuga, escândalo de desvio de verbas públicas por meio da compra superfaturada de ambulâncias.
“O contrato com a Hiperbárica foi firmado através de uma adesão de ata com a família do Pedro Henry de quase R$ 1 milhão por mês para um tratamento que não tinha sido comprovado a eficiência pelos próprios médicos do hospital”, disse em entrevista nesta semana.
Abilio destacou que ao invés de gastar R$ 1 milhão por mês num acordo “muito estranho” e formalizado através de uma adesão de ata, a prefeitura, através do seu corpo clínico de médicos, decidiu adotar um tratamento com curativos, equipamentos e materiais mais eficientes”.
“Quase R$ 1 milhão por mês e poucos pacientes eram atendidos. Hoje, a evolução dos pacientes melhorou bastante. A decisão foi dos médicos. Esse contrato do Pedro Henry ficou estranho e optamos por desfazer”, concluiu.

Abilio alega que alto custo e suspeita de fraude embasaram desativação da câmara hiperbárica do HMC
O prefeito Abilio Brunini (PL) justificou que a desativação da câmara hiperbárica do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) ocorreu pelo alto custo do contrato, suspeitas sobre a sua legalidade e o baixo número de pacientes atendidos. A declaração do prefeito ocorreu após a vereadora Maysa Leão (Republicanos) ter se manifestado pela reativação do equipamento.
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