Presidente do PP aponta Cidinho como coringa para 2026 e avalia nome como vice em chapa de Pivetta

O presidente do Progressistas (PP) em Mato Grosso, deputado Paulo Araújo, afirmou que o ex-senador Cidinho Santos é considerado uma peça estratégica dentro do grupo governista para as eleições de 2026.

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Segundo ele, Cidinho pode tanto atuar como articulador de bastidores quanto compor uma chapa majoritária, inclusive como vice-governador.
A declaração foi dada durante entrevista nesta semana, em meio ao avanço das articulações em torno da pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao governo do Estado.
“O Cidinho é a nossa maior liderança aqui no Estado de Mato Grosso. Ele pode disputar qualquer cargo ou simplesmente não disputar nada e ser o grande coordenador desse grupo político, como foi na eleição passada”, disse.
Ele destacou ainda que, em 2022, o ex-senador atuou como coordenador-geral da campanha do governador Mauro Mendes (União) e que, por isso, tem papel de confiança consolidado entre as principais lideranças.
A fala do presidente do PP ocorre em meio à polarização crescente dentro do grupo político de Mendes, que hoje conta com dois nomes dispostos a disputar a sucessão estadual: Otaviano Pivetta e o senador Jayme Campos (União). Cidinho, segundo Araújo, pode desempenhar o papel de articulação entre os blocos para manter a unidade do grupo.
A movimentação mais recente foi o jantar realizado na chácara da Bom Futuro, que reuniu as principais lideranças da base governista, incluindo Blairo Maggi, Marcos Pereira (presidente nacional do Republicanos), Max Russi (PSB), além de Cidinho Santos. O encontro teve como objetivo consolidar a pré-candidatura de Pivetta ao governo com apoio do grupo político que sustenta a atual gestão.
Paulo Araújo, que participou das articulações, confirmou que as conversas foram no sentido de unificação.
“Essa construção política é justamente para a gente poder unificar esse grupo visando as eleições do ano que vem, tendo como pré-candidato o vice-governador Pivetta”, declarou.
Mesmo com o apoio a Pivetta em construção, o nome de Jayme Campos ainda não está descartado. O senador já criticou publicamente a movimentação e disse que decisões como essa não devem ser tomadas por “cinco sócios”, referindo-se ao encontro político realizado recentemente.

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