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Ele destacou que as unidades básicas de saúde já estão sobrecarregadas devido à alta demanda de pacientes que chegam com sintomas de dengue, chikungunya e zika.
“A população precisa entender que o melhor caminho é a gente sair da inércia e partir para uma ação colegiada. Na comunidade, no bairro, esse é um mosquito que tem uma autonomia de voo de um quarteirão. Então se você cuidar da sua casa, todo mundo cuidar, a gente elimina de forma substancial o foco da doença, que é o mosquito, que é o transmissor. Então, a gente precisa se empenhar um pouco mais nisso, mas o pior momento ainda não passou”, alertou.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), nos primeiros dois meses do ano, já foram confirmados 10.794 casos de chikungunya, com 13 mortes registradas e outros oito óbitos em investigação.
Em relação à dengue, 8.033 pessoas foram diagnosticadas em Mato Grosso em 2025, com quatro mortes confirmadas e quatro sob investigação. Já os casos de zika somam oito confirmações, sem registros de óbitos.

Casos de dengue, chikungunya e zika explodem em MT e secretário alerta: “o pior ainda não passou”
Apesar do aumento de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, alertou que o pior momento ainda não passou.
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