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Cid disse que Martins não estava na lista de passageiros da viagem de Bolsonaro aos EUA em 30 de dezembro de 2022. Essa lista de passageiros é um ponto importante para a defesa de Martins.
Martins nega ter viajado aos EUA. Sua defesa alega que a viagem influenciou a decisão de Moraes pela prisão de Martins. Ele ficou detido por seis meses por risco de fuga, depois de supostamente ter viajado aos Estados Unidos.
Processo nos EUA. A defesa de Martins entrou com com duas ações nos EUA para tentar esclarecer a existência de registros que mostrariam a entrada dele no país. Segundo seus advogados, ele não saiu do Brasil naquela ocasião.
Testemunhas dos núcleos 2, 3 e 4 são ouvidas
Núcleos 2, 3 e 4 da ação penal da trama golpista são o foco em julho. As testemunhas de defesa e de acusação dos sobre a tentativa de golpe de Estado respondem a perguntas sobre ações para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.
Bolsonaro é réu em outra parte do processo. O ex-presidente integra o “núcleo 1” da denúncia, que já está na etapa das alegações finais.
Oitivas estão agendadas para os dias 14 a 23 de julho. Como delator do esquema, Mauro Cid forneceu informações sobre os diferentes grupos da trama golpista. Testemunhas da acusação prestaram depoimento pela manhã.
Advogados não têm obrigação de fazer perguntas. As equipes de defesa devem restringir o foco nos casos relacionados aos clientes.
Réu preso acelerou prazos no STF. O Código de Processo Penal e a jurisprudência do Supremo definem que ações penais com réus presos não são paralisadas nas férias —é o caso do processo do golpe, com o ex-ministro Walter Braga Netto detido no Comando Militar do Leste, no Rio de Janeiro.
STF quer julgar trama golpista em setembro. A expectativa é que o caso seja resolvido pela Suprema Corte ainda em 2025.

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