Leia também
Pivetta avalia que impeachment de Lula seria desastroso para o país
“Minha sugestão é que, em 365 dias todos os envolvidos se mobilizem para finalizar tudo. Não há problema de recursos financeiros. O sinal de largada deve ser dado agora: 365 dias para entregar o que é prioritário à população”, declarou o presidente.
A fala dele foi feita durante coletiva de imprensa na abertura da abertura do Encontro Mato-grossense de Municípios, realizado pelo Tribunal de Contas (TCE-MT) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) no Cenarium Rural, em Cuiabá, nesta terça-feira (18).
O conselheiro também apoiou a iniciativa do governador Mauro Mendes (UNIÃO) em romper, de forma pacífica, o contrato com o Consórcio BRT – responsável pela execução do projeto do BRT na Capital em em VG.
“Gostei muito da ideia do governador de fazer um rompimento pacífico, tranquilo, para que a obra não pare. Se você encerrar o contrato abruptamente e a empresa dispensar todos os trabalhadores, teremos um problema sério de mão de obra. Em Cuiabá e em todo Mato Grosso, já há escassez. Poderíamos levar até 90 dias para recomeçar do zero”, explicou, defendo que haja uma reaproveitamento dos servidores do atual consórcio para dar celeridade às obras.
“Com diálogo, os servidores e a empresa atual podem seguir trabalhando, garantindo que não haja retrocesso. O objetivo é manter o ritmo enquanto se ajustam os contratos”, comentou.
Os trabalhos do BRT iniciaram-se em 24 de outubro de 2022 e tinha prazo para ser entregue em 13 de outubro de 2024. Contudo, apenas 18% da obra foi concluída até a data da rescisão do acordo.
Na última quarta-feira (5), o governo Mendes anunciou o rompimento com o consórcio pelo não cumprimento reiterado da obra. Inicialmente, o Executivo estadual havia dado prazo de 5 dias úteis, que começou a ser contabilizado na última quinta-feira (6) e se encerraria hoje.
Agora, com o novo prazo, o Consórcio Construtor tem até esta quarta-feira (19) para apresentar sua defesa.

Sérgio Ricardo sugere prazo rigoroso de 1 ano para finalização de obras do BRT: “não há problema de recursos”
O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, defendeu que seja feito um cronograma rígido para a conclusão das obras do BRT em Cuiabá e Várzea Grande após a formalização do novo contrato. Ele sugeriu que, após o novo acordo, os trabalhos sejam executados e sejam concluídos em, no máximo, um ano.
por
Tags: