Policial penal cobrava R$ 2,5 mil para entrar com celular em presídio de MT

Um policial penal de Mato Grosso é alvo da operação “Infiltrados”, deflagrada nesta quinta-feira (18) pela Polícia Civil de Tangará da Serra, 242km da capital. Ele é acusado de usar o cargo público para levar drogas e aparelhos celulares para dentro da Cadeia Pública local, mediante pagamento de propina.

A investigação revelou que o servidor cobrava R$ 2.500 por aparelho celular inserido ilegalmente no presídio. A ação foi realizada com o apoio da Polícia Penal, que colaborou durante todo o processo investigativo.

Design sem nome 2025 07 18T100742.674
O policial penal foi flagrado recebendo, de um ex-detento, celular e outros utensílios(Foto: PJC-MT)

Foram cumpridas quatro ordens judiciais: afastamento do cargo público, suspensão do porte de arma, busca e apreensão e quebra de sigilo telefônico.

Segundo a Polícia Civil, na véspera da operação, o policial penal foi flagrado recebendo uma sacola com celulares, carregadores e fumo de um ex-detento que usava tornozeleira eletrônica. O material, segundo os investigadores, seria destinado ao interior do presídio.

O delegado Igor Sasaki, responsável pela apuração do caso, afirmou que o servidor responderá pelos crimes de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação de entrada de aparelhos ilícitos em unidade prisional.

Leia mais

  1. Governador de MT classifica fuga na PCE como “inadmissível”

  2. Revistas em presídios de MT já apreenderam mais de 2,3 mil celulares em 2025

  3. Chileno preso em Cuiabá fica sob custódia no presídio Ahmenon em Várzea Grande

FALE COM O PP

Para falar com a redação do Primeira Página em Mato Grosso, clique aqui. Curta o nosso Facebook e siga a gente no Instagram.

Fonte


Publicado

em

por

Tags: