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Não se trata de mera questão econômico-tarifária, mas, isso sim, de deliberado (e gravíssimo) ataque à democracia brasileira e a suas instituições, notadamente à Corte Suprema do Brasil.
Ataque esse perpetrado pelo governo Trump, associado tanto à extrema direita bolsonarista (e aos ‘quislings’ seguidores de Bolsonaro) quanto à extrema direita internacional, em verdadeira e acintosa coordenação com as ‘big techs’, todos buscando desestruturar o nosso sistema de governo, legitimado pelo modelo de democracia constitucional que o povo de nosso País implantou após 21 anos de ditadura militar!
Celso de Mello, ministro aposentado do STF
Mello chamou os apoiadores de Bolsonaro de “quislings”. O termo faz referência a Vidkun Quisling, norueguês que colaborou com o regime nazista e se tornou símbolo de traição à pátria.
O que mais disse Celso de Mello
Ministro aposentado afirmou que a medida fere a soberania nacional. Para ele, Trump desrespeita tratados internacionais e princípios que regem as relações entre Estados.
Mais do que uma ofensa sem causa, essa prepotente deliberação governamental americana desrespeita, profundamente, o nosso País e a dignidade do povo brasileiro.
A desmedida arrogância imperial de Donald Trump leva-o a considerar-se um absurdo ‘imperator mundi’, certamente embriagado pela ‘hybris’ grega, capaz de despertar a ira dos deuses.
Torna-se necessário identificar, expor e punir [?] os ‘quislings’ nacionais que, destituídos de qualquer sentimento patriótico, conspiram contra os superiores interesses do Brasil e do seu povo.

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