Bolsonaro coloca 'tornozeleira' no centrão e monitora Plano B

Inelegível, prestes a ser condenado à prisão, Bolsonaro insiste em se apresentar como candidato. Em privado, diz não ter desistido de registrar sua hipotética candidatura no Tribunal Superior Eleitoral. Ameaça reeditar em 2026 a estratégia adotada por Lula em 2018.

Insinua que deve acomodar na posição de vice um familiar. Sinaliza preferência por Flávio Bolsonaro. Avalia que o primogênito está menos exposto do que Eduardo Bolsonaro. Viraria cabeça de chapa depois da impugnação do registro de sua candidatura pela Justiça Eleitoral, às vésperas da eleição.

Na prática, Bolsonaro age para refrear a pressa do centrão. É como se instalasse uma tornozeleira metafórica nas articulações do grupo, monitorando os arroubos pró-Tarcísio.

Bolsonaro dá de ombros para a mais recente pesquisa Quaest, segundo a qual 62% dos eleitores avaliam que ele deveria aceitar a realidade e indicar imediatamente o herdeiro do que restou do seu espólio político.

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