Leia também
Alan nega fechamento do Liceu Cuiabano e anuncia reforma de R$ 10 milhões; Seduc analisa o que fazer com alunos
Lúdio ressalta que a Avenida Historiador Rubens de Mendonça, conhecida como Avenida do CPA, está danificada e que a cicatriz deixada na região tem colocado os motociclistas em risco de morte, além de causar prejuízos aos motoristas de aplicativo, comerciantes e à população em geral, que ficam “presos” em engarrafamentos.
“Aquilo que está paralisado seria retomado o mais rapidamente possível pela mesma empresa que está sendo responsável e aí, novos trechos, o Estado avaliar se mantém o contrato com esse consórcio se contrata uma nova empresa, mas aquilo que está sendo feito precisa ser concluído da forma como aconteceu em Várzea Grande, aquilo até a ponte. Conclui esse trecho e nesse intervalo de tempo se define o que faz com o restante dos trechos”, sugeriu em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (27).
O deputado comentou que o consórcio recebeu do governo R$ 150 milhões até janeiro deste ano. Por isso, acredita que a medida seria a melhor decisão para evitar mais gastos na execução do modal.
“Nós queremos verificar de que forma esses recursos foram utilizados até agora e o mais importante, como eu disse, é a obra não parar, acelerar, os problemas serem resolvidos e a população receber o modelo de transporte novo, que é o BRT”, ressaltou.
Rescisão
No último dia 5, o governador Mauro Mendes (União) anunciou o rompimento do contrato com o consórcio responsável pelo BRT. A decisão foi tomada após uma série de descumprimentos contratuais e atrasos na execução da obra, que já deveria estar em estágio mais avançado.
Segundo o governador, mesmo com os pagamentos em dia, o consórcio não conseguiu cumprir os prazos estabelecidos.
O BRT foi escolhido para substituir o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). As obras do BRT começaram em outubro de 2022 e deveriam ter sido concluídas em outubro do ano passado.

Lúdio defende que consórcio conclua obras iniciadas no CPA e sugere novas contratações para outros trechos do BRT
O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) defendeu que o governo desista da ideia de rescindir o contrato com o consórcio responsável pela obra do BRT. Ele sugere que o Estado elabore um novo modelo de contrato para que a empresa conclua os trechos onde as obras estão em andamento e que novas companhias sejam contratadas para executar as obras em outros trechos do modal.
por
Tags: