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Além disso, Dal Molin criticou a aproximação do Brasil com “ditaduras” e acusou o governo federal de violações aos direitos humanos.
“Óbvio que tem as discussões políticas no meio porque não estão respeitando os direitos humanos, isso é muito sério, mas também tem as questões econômicas, onde o presidente Lula quis, junto ao BRICS, querer derrubar o dólar”, afirmou em publicação feita nesta terça-feira (29).
O deputado afirmou que foi aos EUA com recursos próprios para participar do CPAC (Conservative Political Action Conference), que é uma conferência de conservadores.
Ainda em sua fala, o parlamentar também atacou o Senado e o Congresso por não cassarem o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, além de criticar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), as Forças Armadas e parte da população por “ficar em casa” e não aderir aos protestos da direita. Ele não detalhou qual seria a medida a ser tomada pelas Forças Armadas.
“Nosso Congresso, no geral, deixou a desejar. Muita gente ficou em casa pensando ‘não é comigo’. A OAB, naquele momento mais importante, não fez nada, as Forças Armadas não fizeram nada, mas a conta chegou”, disse.
Dal Molin ainda afirmou que “o remédio é amargo”, em referência ao tarifaço, e que “tem coisas que vão acontecer” que, segundo ele, são necessárias para garantir um futuro melhor ao Brasil.
“O remédio é amargo, não é o que nós queremos, mas infelizmente tem coisas que vão acontecer para gente ter um futuro ali na frente, digno de viver num país abençoado por Deus, que é o Brasil”, disse, sem detalhar quais serão as coisas que estão por vir.
O deputado fez questão de fazer críticas àqueles que, em suas palavras, vem atuando para jogar a direita contra a direita. Ele afirma que essas pessoas estão mais engajadas pensando nas eleições do próximo ano.
“E eu tô aqui fazendo a minha parte, tá certo? E vamos continuar lutando e acreditando. Quem não quiser ajudar não atrapalhe, tá?”, comentou.
“E não queira achar que todo mundo é trouxa e otário. Tem gente aí dando opinião sobre o que aconteceu que não tem nem vergonha na cara. Não tem caráter para discutir política. Só estão olhando a próxima eleição ali na frente e querendo sempre desfazer da direita. Sempre querer jogar um contra o outro. Então abre o olho. Abre quem realmente trabalha, quem veste a camisa. E tem gente que só fica em videozinho, narrativa e blá blá blá e não faz nada, joia?”, disparou.
O deputado é o mesmo que apresentou um pedido de moção de aplauso para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a sessão no início deste mês na Assembleia. Em sua justificativa, Dal Molin afirmou que o pedido se deve “à preocupação” de Trump com os “desmandos” e “perseguições” que, segundo ele, estão sendo feitas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A solicitação de Dal Molin foi feita pouco antes de Trump anunciar que iria taxar em 50% produtos brasileiros. No anúncio, o presidente americano citou a “censura a redes sociais dos EUA” e uma suposta perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro.

Xuxu culpa Lula por tarifaço, fala em ‘remédio amargo’ e violação de direitos humanos: ‘coisas vão acontecer’
Em um vídeo gravado em Washington, nos Estados Unidos, o deputado estadual Xuxu Dal Molin (UNIÃO) atribuiu ao governo do presidente Lula (PT) a responsabilidade pelas tarifas impostas ao Brasil pelo presidente Donald Trump. Segundo ele, a tentativa do Brasil e do BRICS de “derrubar o dólar” teria provocado uma retaliação norte-americana.
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