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Sempre que está em apuros, Bolsonaro inventa um Apocalipse. O questionamento das urnas deu no vexame de uma multa milionária ao PL. A minuta do golpe esbarrou na resistência de comandantes militares. No 8 de janeiro, a turba vandalizou, mas não comeu o bolo da “Festa da Selma”.
A incursão de Trump é a quarta tentativa de criar uma crise apocalíptica. Por enquanto, apenas o clã Bolsonaro se aproxima do fim do mundo. Ao trair o interesse nacional em benefício próprio, a família deixou o agronegócio viúvo e seus governadores órfãos. Reduziu o capital político do bolsonarismo e deu pano para Lula restaurar a frente ampla. A iminente condenação de Bolsonaro e o provável indiciamento do filho Eduardo mostrarão que o Brasil respira um ar democrático que se tornou escasso nos Estados Unidos.

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