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A presidente da Casa de Leis, vereadora Paula Calil, afirmou que o veto caiu porque os vereadores entenderam que mulheres vítimas de qualquer tipo de violência já chegam às unidades de saúde em situação de “dificuldade e abatidas”.
Contudo, diz ela, há regras que devem ser seguidas para que atendimento prioritário seja garantido às vítimas: necessidades de ter “sinais”, “marcas” e “boletim de ocorrência”.
“Essa lei garante que essas mulheres tenham prioridade. Mas é importante a gente ter o acolhimento, a gente dar esse atendimento a mulher que é vítima de violência”, observou a vereadora.
De acordo com Paula, a lei passará a valer logo após a sanção do prefeito Abilio Brunini(PL). Após isso, diz ela, as unidades deverão se adequar ao projeto de lei. “A lei vai ser sancionada e aí a gente vai cobrar, vai fiscalizar ela realmente seja colocada em prática”.
“Eu entendo que não é difícil, uma vez que se a sua mulher chegar com alguma lesão grave, ela já vai ser atendida de forma prioritária. E, se no caso for uma questão de acordo com o protocolo de Manchester, que não seja tão grave, que ela seja acolhida e que dê prioridade para ela”.

Estão com dificuldade e abatidas, diz Paula Calil após Câmara garantir prioridade a mulheres vítima de violência
A Câmara de Cuiabá derrubou, na sessão desta quinta-feira (20), o veto do prefeito Abilio Brunini (PL) ao projeto de lei que estabelece prioridade no atendimento a mulheres vítimas de violência em unidades de saúde da Capital.
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