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Segundo ele, é preciso agir com rapidez para reduzir os prejuízos, especialmente nos segmentos mais vulneráveis.
Russi citou que a instabilidade se agravou com a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os questionamentos à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), fatores que, na avaliação dele, ampliam a insegurança e o clima de incerteza no meio empresarial.
“O governo de Mato Grosso não vai ser diferente. Onde houver impacto maior, nós temos que buscar, através do Estado, formas de atender setores específicos. É um momento de muita incerteza e dúvida, que acaba ampliando a angústia do empresariado e da população. Precisamos de diálogo, entendimento e negociação para superar mais essa crise, como o Brasil já fez em outros momentos”, afirmou.
O parlamentar destacou que outros estados já adotam medidas de apoio para amenizar os impactos econômicos e defendeu que Mato Grosso siga o exemplo, com ações como reconhecimento de créditos e facilitação no pagamento de impostos.
“Conforme a crise avance e afete setores específicos, a Assembleia estará de portas abertas para esse debate. Podemos propor ações, trabalhar junto com o governo e com os deputados para buscar meios de colaboração, evitando demissões, desemprego e prejuízos à população mais vulnerável do nosso Estado”, completou.

Max vê crise política e tarifaço dos EUA como ameaças à economia de MT e cobra ação rápida: precisamos de diálogo
O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), alertou que a crise política que se instalou no país, somada ao “tarifaço” imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros, ameaça diretamente a economia de Mato Grosso e já aumenta a apreensão no setor produtivo.
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