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Rebelo esteve em Cuiabá nesta sexta-feira (8) para um evento do MDB e lembrou que, na época da Copa do Mundo de 2014, quando era ministro, visitou o Estado para acompanhar principalmente as obras da Arena Pantanal. Ele ressaltou que a escolha e execução do modal de transporte eram responsabilidades do governo estadual.
— A forma, o legado, a infraestrutura não eram decisão do Governo Federal, eram decisão das autoridades estaduais. Nós apenas acompanhávamos — afirmou.
Sobre a troca, disse que “a troca válida é sempre a troca possível, a troca necessária”, mas que “qualquer decisão que signifique desperdício de gasto é sempre questionável” e deve ser explicada por quem a tomou.
Ao falar sobre o BRT e o VLT, Rebelo afirmou que cada administração deve avaliar qual modelo melhor atende à mobilidade urbana de sua localidade. Ele citou o exemplo do Rio de Janeiro, onde o BRT foi implantado e, segundo ele, teve bons resultados, enquanto outras cidades optaram pelo VLT.
O projeto do VLT em Cuiabá e Várzea Grande foi encerrado oficialmente em dezembro de 2020, após mais de seis anos de obras paralisadas. Estudos técnicos apontaram que a conclusão do modal teria custos mais altos e impactos maiores na mobilidade urbana do que a implantação do BRT.

Aldo Rebelo evita opinar sobre troca do VLT por BRT e diz que decisão depende das condições de cada Estado
O ex-ministro do Esporte e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, evitou se posicionar diretamente sobre a substituição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) pelo Ônibus de Trânsito Rápido (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande. Segundo ele, a viabilidade de cada modal depende das características e necessidades de cada região.
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