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Apesar disso, Garcia ponderou que a decisão cabe às direções nacionais das siglas e que o processo de federação envolve articulações complexas. “É muita especulação. Sempre se fala de federação, mas essa é uma decisão nacional. Vejo esses movimentos com muita tranquilidade, pois, desde que se criou o União Brasil, existem muitos movimentos de federação e fusão, mas até se concretizar é um processo longo e complicado”, afirmou o secretário nesta terça-feira (18), em conversa com a imprensa.
Ele destacou que a federação exigiria um alinhamento político entre os três partidos por, no mínimo, quatro anos, o que demanda negociação entre diversas lideranças. “Toda federação e fusão de dois grandes partidos ou três, como se fala neste momento entre União, PP e Republicanos, exige uma articulação muito grande, pois são muitos estados, muitos deputados e prefeitos, e todos eles devem estar engajados num único projeto”, avaliou Garcia.
Embora em Mato Grosso as siglas estejam alinhadas, o Republicanos enfrenta resistência interna à federação. No início de fevereiro, a maioria dos deputados federais do partido rejeitou a ideia de união com União Brasil e PP. Caso o bloco fosse formalizado, ele teria mais de 150 deputados, superando a maior bancada da Câmara atualmente, a do PL, que conta com 92 parlamentares.

Fabio Garcia fala em especulação, mas avalia que federação entre União, Republicanos e PP não terá entraves em MT
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), afirmou que a possível formação de uma federação entre União Brasil, PP e Republicanos para as eleições de 2026 não deve gerar dificuldades para as lideranças políticas de Mato Grosso. Segundo ele, os partidos já são aliados no estado e compõem a base de sustentação do governo Mauro Mendes (União).
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