Max defende ‘solução’ em obras no Portão do Inferno: “parece que tem algo enterrado”

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), voltou a comentar sobre o imbróglio envolvendo o trecho do Portão do Inferno, na MT-251, rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, e defendeu uma solução para o problema que, segundo ele, tem prejudicado e penalizado a população chapadense.  

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De acordo com o deputado, parece haver “algo enterrado” no local que, em seu entendimento, tem travado o andamento das obras. 
“Eu quero solução para isso. Tem algumas obras que parecem que tem alguma coisa enterrada, que não sai, que não se resolve. Essa é uma obra que o governo está batendo cabeça, não está avançando. Chapada tem um significado. Temos agora um festival de inverno maravilhoso, gigante, de eventos com 40 mil pessoas, 50 mil pessoas”, comentou em evento na AL MT na última semana. 
“Temos uma cidade com potencial turístico. É algo que o governo tem que priorizar, é algo que eu vou cobrar ainda mais e nós esperamos o mais rápido possível uma solução definitiva. Porque não dá pra a gente continuar enrolando e, com isso, prejudicando a população do município de Chapada”, continuou. 
A alteração no projeto original da obra foi anunciada há cerca de dois meses pelo governo Mauro Mendes. 
A mudança de projeto foi definida após sondagens geotécnicas e pareceres técnicos do ICMBio e Ibama, que apontaram o túnel como a solução mais segura e com menor impacto ambiental. 
A expectativa do governo é lançar a licitação da obra ainda neste mês de agosto, com a contratação integrada de uma empresa responsável pela execução.
O trecho do Portão do Inferno foi interditado em dezembro de 2023, após deslizamentos de rochas. Desde então, a circulação de veículos, especialmente pesados, tem sofrido restrições.

 

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