Júlio Campos vê ‘blefe’ em liderança de Wellington Fagundes nas pesquisas e minimiza levantamento: ‘não tem sentido’

O deputado estadual Júlio Campos (União) minimizou, nesta quarta-feira (13), o resultado da pesquisa Percent Brasil divulgada nesta semana, que aponta o senador Wellington Fagundes (PL) na liderança das intenções de voto para o governo de Mato Grosso em 2026. No cenário estimulado, Fagundes aparece com 28,9% das intenções, seguido por Jayme Campos (União), com 12,8%, e pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 8,2%.

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Segundo Júlio, é cedo para apontar nomes com mais chances de vitória. “Qualquer pesquisa um ano e meio antes da eleição não tem sentido. É apenas uma lembrança. (…) Essa conversa de que o Wellington está com 29% dos votos é blefe. No levantamento, 74% do eleitorado não sabe nem se vai ter eleição e declara que não sabe em quem votar. Essas pesquisas hoje são um mero fato do momento”, afirmou.
O parlamentar também disse que o quadro eleitoral só ficará mais claro após a janela partidária, em março de 2026. “Nada acontecerá na política de Mato Grosso antes de 30 de março, porque haverá a janela. Hoje eu estou na União Brasil, em março posso não estar. (…) Vamos aguardar março, aqui Mato Grosso está muito precipitado.”
Para Júlio, a eventual candidatura do senador Jayme Campos ainda não foi oficializada, mas, caso seja confirmada, poderia alterar o cenário. “No momento que ele declarar que é candidato a governador e o partido confirmar, ele vai para 20%, 25% dos votos, o que é natural pela força política da União Brasil”, disse.
O deputado também citou as eleições de 2022 para justificar a cautela com os levantamentos atuais. Ele lembrou que institutos de pesquisa erraram previsões naquele pleito, como no caso do deputado Eduardo Botelho (União) e do ex-prefeito Kalil Baracat (MDB). “Na eleição de 2022, institutos anunciavam vitórias certas que não se confirmaram nas urnas”, declarou.
Além de Fagundes, Jayme e Pivetta, o levantamento da Percent Brasil incluiu o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), com 3,7%, e a médica Natasha Slhessarenko (PSD), com 2,8%. Votos nulos e brancos somaram 8,8%, indecisos 32,4% e 2,4% não responderam.

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