Atrás das grades, professor nega que tenha estuprado menino de 4 anos em MS

O professor de 44 anos, preso após ser flagrado abusando de um menino de apenas 4 anos, nega que tenha estuprado a criança. A informação foi divulgada pela defesa do suspeito, que não deve dar mais detalhes sobre o caso, informou em nota. (Leia abaixo).

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Professor sendo colocado na viatura da polícia. (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

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O professor foi preso na cidade de Foz do Iguaçu (PR), para onde ele havia fugido após ser flagrado pelos pais do menino cometendo o ato. A Polícia Civil de Dourados suspeita que o professor, que é peruano, planeja ir para outro país.

Nesta tarde, ele foi transferido para a 1ª DP (Delegacia de Polícia) de Dourados onde aguarda audiência de custódia, marcada para este sábado (16). Ele responderá por estupro de vulnerável na Justiça de Dourados – onde o mandado de prisão foi expedido.

Confira a nota divulgada pela defesa do professor, na íntegra.

“A defesa esclarece que o Acusado nega categoricamente todas as acusações que lhe foram feitas. Reitera, ainda, que confia plenamente na apuração dos fatos pelas autoridades competentes e que todas as provas necessárias para a demonstração de sua inocência serão apresentadas no curso do processo, no momento oportuno. Cumpre ressaltar que as investigações se encontram em fase inicial e que a divulgação de informações parciais ou desconexas pode gerar interpretações equivocadas, prejudicando não apenas a Defesa, mas a própria busca pela verdade. Por esse motivo, o escritório Ferreira e Azevedo, responsável pela condução do caso, não fornecerá detalhes adicionais neste momento, preservando o sigilo e a integridade das investigações, em respeito às instituições e à correta condução do processo legal.”

Ferreira e Azevedo.

Abuso e vídeos no celular

Depois que o abuso foi flagrado pelos pais da criança, ainda foram encontradas no celular do suspeito, vídeos do menino registrados antes do crime. A família é vizinha do suspeito. Devido à gravidade do caso, a Justiça decretou a prisão preventiva do professor, que atuou em duas universidades públicas de Dourados.

O delegado responsável pelo caso informou à reportagem que não é possível contabilizar a quantidade dos abusos, uma vez que era comum o menino frequentar a casa do vizinho.

O suspeito é ex-professor da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) e da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), que repudiaram o crime.

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