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Na avaliação dele, o cenário ainda está distante da eleição e não é determinante para o resultado final.
O levantamento aponta o senador Wellington Fagundes (PL) na liderança, com 28,9% das intenções de voto, seguido por Jayme Campos (União), com 12,8%, e Pivetta, com 8,2%. Também aparecem na pesquisa o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), com 3,7%, e a médica Natasha Slhessarenko (PSD), com 2,8%.
Para Maggi, a disputa eleitoral só se define nos últimos meses antes do pleito, quando a campanha ganha corpo nas ruas.
“Acho que está todo mundo se antecipando muito ao fato. Nós ainda estamos a mais de um ano da eleição. Nesse momento está se decidindo quem são os pré-candidatos, quem poderá disputar. A eleição mesmo se disputa naqueles últimos 90 dias, quando todo mundo vai para a rua, a temperatura começa a subir e as discussões se ampliam. Para mim, nesse momento, pesquisa não quer dizer muita coisa não. Eu mesmo sou um exemplo disso”, disse.
Maggi relembrou que, há 22 anos, estava na lanterna das pesquisas, mas reverteu o quadro no período decisivo da campanha.
“Lá em 2002, fui disputar uma eleição com 2%, 3% de intenção de voto e, no fim, ganhei no primeiro turno. Era improvável, mas foi a pressão e a temperatura daquele período que definiram o resultado, como vai definir agora”, completou.

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