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Segundo ele, a prioridade será ouvir os setores produtivos e direcionar apoio apenas a áreas que efetivamente precisem.
“Nós estamos olhando para a política que vai ser feita pelo governo federal e o Estado vai atuar de modo complementar. O papel de controlar as relações internacionais de mercado é do governo federal. Agora, vamos sentar com o setor e entender aquilo que ainda é necessário fazer, diante do que já foi anunciado, e também apoiar setores que, efetivamente, precisem”, afirmou.
O secretário reforçou que a postura do governo estadual será de atuação estratégica, evitando sobreposição de esforços e garantindo que o socorro chegue a quem enfrenta impactos reais do tarifaço.
Lançado na última quarta-feira (13), o Plano Brasil Soberano prevê a destinação de R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para crédito com juros mais baixos, ampliação de linhas de financiamento às exportações, prorrogação da suspensão de tributos, aumento da restituição de impostos via Reintegra e ações para fortalecer a diplomacia comercial. A medida busca preservar empregos, incentivar investimentos e dar mais competitividade aos produtos brasileiros no mercado global.

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O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, afirmou que o Estado atuará de forma complementar às medidas anunciadas pelo governo federal para mitigar os impactos do aumento de até 50% nas tarifas de importação sobre produtos brasileiros, imposto pelo governo norte-americano de Donald Trump.
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