Ex-estrela da Nickelodeon conta ter sido estrangulada e roubada

Reprodução/Instagram

Ashley Argota Torres lembra que a mãe a isolava e ainda fazia críticas constantes à sua aparência

Ashley Argota Torres lembra que a mãe a isolava e ainda fazia críticas constantes à sua aparência

DA FOLHAPRESS

A ex-estrela da Nickelodeon, Ashley Argota Torres, 32, revelou ter vivido uma relação extremamente conturbada com a mãe durante a adolescência e juventude.

 

Conhecida por interpretar Lulu na série “True Jackson, VP”, a atriz contou ter sofrido abusos constantes e episódios de violência física — sendo o mais grave deles quando tinha 22 anos, após voltar de um encontro com um colega de elenco.

 

Ashley relatou que, naquela noite, a mãe exigiu que ela tirasse as roupas para examiná-la e, diante da recusa, partiu para a agressão.

 

“Isso foi há dez anos e, do nada, ela se jogou em cima de mim, me xingou, me bateu e acabou me estrangulando”, contou.

 

A violência foi tão severa que deixou a atriz com um nódulo vocal. No dia seguinte, ela decidiu sair de casa:

 

“Fiquei com medo de perder a voz ou carregar para sempre um problema vocal.”

 

“Sou mãe agora, então tenho uma nova perspectiva sobre tudo”, afirmou, referindo-se ao filho Michael, de 13 meses.

 

“Jamais faria com meu filho o que minha mãe fez comigo”, disse em entrevista à People.

 

A trajetória de Ashley começou cedo: aos 5 anos já atuava, e aos 11 conquistou o papel da Nala jovem na turnê da Broadway de “O Rei Leão”.

 

Apesar do sucesso e do dinheiro que ganhou durante toda a carreira, a atriz contou nunca ter tido acesso às próprias contas bancárias. “Não importava quanto fosse depositado, ela gastava tudo”, revelou.

 

Além do controle financeiro, Ashley lembra que a mãe a isolava e ainda fazia críticas constantes à sua aparência, em especial ao nariz.

 

“Eu tinha que sentar e apertar a ponta do meu nariz o tempo todo porque ela dizia: ‘Seu nariz é muito achatado, você precisa apertá-lo’”, relatou.

 

Hoje, Ashley mantém contato zero com a mãe e enxerga a maternidade como parte de seu processo de cura.

 

“Posso criar o Michael da forma que gostaria de ter sido criada”, refletiu.

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