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O grupo reúne partidos como União, Republicanos, PL, MDB, Podemos, PSB, Pros, PSDB e Cidadania, mas já apresenta divisões em torno de três pré-candidaturas: além de Pivetta, os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União Brasil) também se movimentam.
Ao ser questionado se confia no engajamento total da base aliada na sua pré-campanha, Pivetta ponderou que divergências são naturais dentro de um bloco amplo.
“Eu sinto que sim [estarão juntos em seu projeto]. Todo o grupo, com algumas exceções, evidentemente. Isso é normal dentro dos partidos, ter pensamentos diferentes, interesses diferentes. E eu respeito tudo isso. Vamos aguardar a hora certa para tomar as decisões”, declarou.
O vice-governador também comentou sobre a recém-criada federação “União Progressista”, que uniu União Brasil e Progressistas, e disse acreditar que o novo arranjo pode fortalecer sua pré-candidatura porque a liderança do casamento será do governador Mauro Mendes, que já deixou claro que é apoiador de uma possível candidatura de Pivetta.
“Eu acredito que sim. Até porque o Mauro é o líder maior da federação aqui no Mato Grosso, né? Mauro e Fábio. Senador Jayme também, é verdade. Nós vamos conversar bastante. Acho que tem grandes chances de caminharmos juntos. Assim como já caminhamos há quase sete anos”, afirmou.
Pivetta destacou ainda que a meta do grupo é dar continuidade a um ciclo longo.
“O plano nosso é doze anos de prosperidade. Temos muita confiança nisso”, ressaltou.

Pivetta aposta em apoio da base de Mauro, mas reconhece divisão no grupo para 2026: vamos aguardar a hora certa
O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) disse acreditar que parte significativa do arco de alianças que sustentou as vitórias do governador Mauro Mendes (União) em 2018 e 2022 caminhará junto ao seu projeto de disputar o governo do Estado em 2026.
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