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Pivetta avalia que o ensino brasileiro sofreu deterioração ao longo das últimas décadas, desde o fim da ditadura militar. Além disso, ele comentou que falas, como do Abilio, não vão solucionar os gargalos do setor.
“Ele não deixa de ter razão. A educação no Brasil foi ao longo do tempo destruída. Isso aconteceu depois do regime militar, nós assistimos isso. Em alguma medida, ele tem razão, mas eu acho que não é com narrativas que nós vamos resolver o problema, é com trabalho”, declarou.
O vice-governador destacou que o Executivo tem buscado melhorar o sistema educacional, por meio de investimentos em infraestrutura e capacitação dos profissionais da rede pública.
“O que nós estamos fazendo é melhorar o sistema continuamente, fazendo investimentos, motivando nossos professores, com qualificação permanente e energia positiva dentro das escolas. Não tem outro caminho”, reforçou.
Pivetta também citou sua experiência como prefeito de Lucas do Rio Verde, quando implantou um modelo de ensino que classificou como “emancipador”, e disse que a meta é replicar esse padrão em todo o estado, incluindo Cuiabá.
Abilio tem intensificado ataques à educação estadual e municipal, chegando a afirmar que estar entre os oito melhores estados do país, segundo o último Ideb, não representa avanço, mas sim um retrato da precariedade nacional.

Pivetta diz que educação foi destruída após ditadura e avalia que Abilio “não deixa de ter razão”
O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) evitou discordar das críticas feitas pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), à qualidade da educação em Mato Grosso e no país.
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