Coronel Assis afirma que mudança na inelegibilidade deve ser analisada: ‘sou contra impunidade, quem errou tem que pagar’

Endossando o coro de políticos bolsonaristas que defendem alterações na Lei da Ficha Limpa para afastar críticas de que a proposta de redução na inelegibilidade beneficia corruptos, o deputado federal coronel Assis (União), também se posicionou “contra impunidade”. Para o parlamentar, a proposta ainda será analisada e deve percorrer o caminho legislativo. 

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Assis falou com a imprensa antes de participar de uma reunião entre a bancada federal de Mato Grosso e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), no Palácio Alencastro. A repercussão negativa entre os eleitores de direita, sobre o afrouxamento no período de inelegibilidade que passaria de oito para dois anos, o deputado Filipe Barros (PL-PT), apresentou uma proposta em que a pena é menor para crimes eleitorais, caso de Jair Bolsonaro. 
“Sempre fui contra a questão da impunidade, sempre lutarei contra a questão da impunidade. Então, precisamos analisar isso com muita calma, com muita seriedade. Agora, o que não pode, é a Lei da Ficha Limpa só servir para perseguir políticos que, às vezes, não estão dentro do espectro político de quem está no poder atualmente”. 
“Acredito que nós precisamos analisar, eu preciso dar uma estudada em relação a isso, mas a princípio sou contra a impunidade, acho que quem errou, tem que pagar”, continuou. 
A movimentação do PL em torno da Lei da Ficha Limpa começou em dezembro do ano passado, quando o deputado Bibo Nunes (PL-RS), apresentou um projeto que prevê reduzir para dois anos o período em que um político condenado fica proibido de se candidatar.

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