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MDB e PP fazem parte do governo Lula, inclusive com ministérios estratégicos. No entanto, ele comenta que o os dois partidos deram sustentação ao governo de Jair Bolsonaro (PL).
“O MDB fez parte da base do presidente Bolsonaro e teve fidelidade. Hoje, vamos buscar conversar e somar para o futuro, não para discutir o que está agora. Aqui no Mato Grosso, queremos construir alianças com esses partidos para fortalecer um projeto diferente da esquerda”, afirmou.
O senador explicou que o momento ainda é de negociação e paciência, lembrando que as convenções partidárias só ocorrerão em 2026. No plano local, ele citou a deputada estadual Janaina Riva, que assumiu o MDB no estado, como ponto de interlocução para futuras conversas sobre candidaturas ao governo e ao Senado.
Fagundes ressaltou que a prioridade é fortalecer seu projeto político, buscando costurar alianças com partidos que hoje estão alinhados a Lula, mas que podem ser atraídos para composições de centro-direita, replicando o que acontece no cenário nacional.
“A ideia é somar forças, construir um governo diferente do que está aí e ampliar a capacidade de atuação política de Mato Grosso. Nosso foco é criar oportunidade, reduzir desigualdade e avançar com programas de distribuição de renda e desenvolvimento”, acrescentou.
Apesar de estarem no governo, lideranças do MDB e PP defendem novos rumos e buscam caminharem com nome da centro-direita para presidência. Um deles é do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Em Mato Grosso, representantes da sigla tem tietado o governador “levantando a bola” para uma possível candidatura dele ao cargo.

Wellington reproduz estratégia nacional e mira base de Lula para dar musculatura a projeto ao governo
O senador Wellington Fagundes (PL) articula em Mato Grosso uma estratégia semelhante à que está sendo costurada a nível nacional: buscar partidos que hoje fazem parte da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o MDB e o PP, e que estejam buscando novos “caminhos”. A ideia do senador é ampliar a musculatura de seu projeto ao governo nas eleições de 2026.
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