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De acordo com informações, Cerqueira queria o ex-vice-prefeito Dr. Arisson Arruda, aliado de Jayme Campos (UNIÃO), na chefia da pasta de Saúde ou como diretor-geral do Pronto-Socorro Municipal.
O pedido teria sido feito logo após a vitória de Flávia nas eleições municipais. Segundo a prefeita, após a negativa, os dois não se encontraram mais.
“Logo após eu ganhar a eleição, o presidente quis que eu nomeasse um secretário de Saúde. Eu disse que não nomearia, e ele não gostou da minha postura de não indicar alguém como diretor do hospital, do pronto-socorro ou como secretário. Não gostou da minha negativa, mas a verdade é que a Daisy [atual secretária de Saúde] está dando um show na saúde em Várzea Grande”, declarou a Flávia na última sexta-feira (14).
Apesar do desentendimento com Cerqueira, a prefeita garante manter boa relação com os demais vereadores, mesmo com a maioria deles tendo sido eleita pela base do ex-prefeito Kalil Baracat (MDB), derrotado por Flávia.
“Eu estou aberta para o diálogo com os vereadores. Sempre recebi vários deles no meu gabinete, como Jânio Calixto, Rose Prado, Rogério Dakar, Caio Cordeiro, entre outros. Tenho relação com todos. É só vir me conhecer, vir conversar comigo”, afirmou. “Eu converso com todos os vereadores e mantenho um bom relacionamento”, completou a prefeita.

Flávia diz que rompimento com Wanderley Cerqueira aconteceu após ela negar indicação de secretário
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou em entrevista à Rádio Cultura que um dos motivos para o rompimento com o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (UNIÃO), foi a recusa dela ao pedido do parlamentar para indicar o secretário municipal de Saúde da cidade.
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