Secretário afirma que gestão Emanuel deixou acumular R$ 10 milhões em dívidas trabalhistas

O Secretário de Fazenda de Cuiabá, Marcelo Bussiki, afirmou que a prefeitura de Cuiabá, sob gestão de Abilio Brunini (PL), precisará quitar um total de R$ 10 milhões referentes a dívidas trabalhistas de rescisões trabalhistas contraídas e não pagas pelo ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). 

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Em entrevista ao programa A Notícia de Frente, da TV Vila Real, nesta segunda (17), Bussiki explicou que o valor é referente à exoneração de servidores que não receberam seus direitos trabalhistas. Segundo ele, existem rescisões contratuais não pagas desde junho de 2024. 
De acordo com o secretário, o objetivo é realizar o pagamento das dívidas com os servidores no próximo mês de e março.  
“Existe na prefeitura de Cuiabá rescisões desde junho de 2024 não pagas pela gestão anterior. Nós vamos programar o pagamento dessas rescisões possivelmente para folha de março. Próximo dos R$ 10 milhões”, disse. 
“Foram as pessoas que foram exoneradas e não foram pagos seus direitos e sequer deixaram recursos em caixa para serem pagos. O que estamos fazendo? Estamos fazendo o equilíbrio das contas, para sobrar recurso financeiro e fazer o pagamento dessas pessoas”. 
Recentemente, o prefeito Abilio Brunini sancionou uma lei que autoriza o município a pagar, em cinco anos, uma dívida de R$ 62 milhões do município com o governo federal.
Essa quantia é referente a R$ 12 milhões do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) não recolhidos no período de setembro a dezembro de 2024 – em outra administração.
Pela lei aprovada pela Câmara Municipal, ainda serão pagos a quantia de R$ 641 mil a respeito da folha de pagamento do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e outros R$ 8,328 milhões de contribuições sociais de janeiro de 2020 a dezembro de 2024.
Também serão pagas contribuições sociais do Fundo Municipal de Saúde em atrasos no período de 2022 a 2024 e R$ 2,053 milhões do Fundo Municipal de Educação.
 

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