Imagens mostram local onde corpo de professora sequestrada foi encontrado em MT

O Centro Integrado de Operações Aéreas divulgou imagens do local em que o corpo da professora Rosineide da Silva Pereira, de 41 anos, foi encontrado neste sábado (13), em uma área rural de São José do Rio Claro. Ela foi sequestrada na quinta-feira (11) e desde então estava desaparecida.

Corpo da professora 1
Rosineide da Silva foi encontrada morta em São José do Rio Claro. (Foto: Reprodução)

Segundo o boletim de ocorrência, o corpo foi localizado nas proximidades da fazenda armazém, zona rural do município. Ainda não há informações sobre a motivação do crime e nem mesmo a identificação dos suspeitos. Veja abaixo o local que o corpo estava:

Corpo de professora sequestrada é encontrado em área de mata. (Crédito: Ciopaer)

O corpo foi removido do local e encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

O crime

Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que dois homens chegaram em uma motocicleta e renderam a vítima na quinta-feira (11). Nas imagens é possível ver a professora conduzindo um carro tentando entrar na garagem se sua residência. Em seguida, dois homens em uma moto chegam e rendem a professora. Assista abaixo:

Vídeo mostra sequestro da professora Rosineide da Silva Pereira, de 41 anos em MT | Vídeo: reprodução

Vida interrompida

Marileusa Pereira, cunhada da professora Rosineide, relembrou a trajetória da educadora, destacando sua dedicação à educação e aos alunos.

“Rosineide era uma professora que sonhava com o futuro da educação, com um mestrado, e sempre buscou se realizar profissionalmente”, disse.

Natural de Campo Novo do Parecis, ela conciliava trabalhos diurnos em supermercado e noturnos em academia enquanto cursava pedagogia. Sempre desejou estabilidade, e há cerca de um ano e meio passou em concurso em São José do Rio Claro

Recentemente viúva, após o falecimento do esposo, dedicou-se ao cuidado da família e à paixão pela educação infantil, planejando e inovando para cada aluno. Marileusa destacou a dor da perda precoce da cunhada, de apenas 41 anos, e afirmou acreditar na justiça divina diante da maldade humana.

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