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A Câmara dos Deputados derrubou nesta quarta-feira, 7, a medida provisória (MP) 1303 do governo, com medidas de arrecadação alternativas ao aumento maior do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Foram 251 votos contra 193.
Por ser uma MP, o texto é publicado pelo governo e entra em vigor imediatamente – porém, para continuar válida após seis meses, ele precisa ser aprovado nas duas Casas do Congresso. O prazo para a aprovação da MP 1303 acabava nesta quarta-feira, e a Câmara votou para tirá-la da pauta. Assim, o texto caduca e deixa de ser válido.
Os deputados votaram pela retirada da pauta, ou não, da votação da MP. O voto “sim” indicava que o deputado era a favor de que a MP perdesse o efeito, posição defendida por deputados da oposição; o voto “não”, que ela continuasse em pauta para ser aprovada ainda nesta quarta, como queria o governo.
Com isso, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), por exemplo, acabou se confundindo e votando “não”. Ele mais tarde admitiu o erro e explicou alegou que votou de forma “errada” por estar cuidando da filha recém-nascida.
Veja a seguir como votou cada deputado na derrubada da MP alternativa ao IOF:

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