Os preços do feijão podem interromper a trajetória de queda dos últimos meses, devido à menor oferta em 2025/26. Nesta terça-feira (14/10), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projetou que a primeira colheita da leguminosa (o feijão tem três) deve chegar 947 mil toneladas, queda de 10,9% em relação ao mesmo período de 2024/25.
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“A primeira safra dependerá do clima e do sinal de preço durante a semeadura, ao passo que a segunda safra responderá rapidamente a qualquer melhora”, escreveu a autarquia em relatório.
A projeção para a segunda safra é de 1,4 milhão de toneladas, aumento de 3,6%.
Em 2024/25, o feijão observou um longo período de queda de preço, o que permitiu um maior acesso ao alimento básico, sobretudo das camadas de menor renda, disse a autarquia. “Atualmente, porém, as redes varejistas vêm operando com estoques mais enxutos e forte seletividade, o que pode interromper, mesmo que ligeiramente, a trajetória de queda de preços.”
A projeção é de um consumo estável na safra 2025/26, de 2,8 milhões toneladas.

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