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Segundo a presidente da CPI, vereadora Samantha Iris (PL), há um alto volume de reclamações sobre a má qualidade do serviço oferecido.
“A gente recebe diariamente muitas denúncias de carros em más condições. A Semob tem feito agora, nessa gestão, muitas fiscalizações em cima da questão dos horários dos veículos. Tem sido lavradas multas em relação ao funcionamento do transporte público, quantidade de veículos por linha, enfim, são muitas as denúncias”, afirmou.
A parlamentar destacou que a comissão vai analisar se as penalidades impostas às empresas estão sendo efetivas ou se os contratos são vantajosos para o município. Outro foco da investigação será avaliar se os contratos garantem benefícios reais à prefeitura e à população.
“A gente precisa entender como essas empresas estão operando e se está compensando para elas continuar operando mesmo com todas essas multas. O que a gente vê é que, talvez, as penalidades não estejam surtindo efeito. Vamos encaminhar à prefeitura um pedido para verificar como essas penalidades são aplicadas e por que as empresas seguem atuando com irregularidades, mesmo sendo penalizadas”, completou.
A composição da CPI ainda não foi definida e deve ser estabelecida nesta semana, durante reunião do Colégio de Líderes. Por ter apresentado a proposta, Samantha deve presidir os trabalhos.

CPI vai fazer varreduras em contratos de concessão e nas penalidades aplicadas às empresas de transporte
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada na Câmara de Cuiabá para analisar o transporte público da cidade fará um pente-fino nos contratos de concessão firmados entre a prefeitura e as empresas do setor. O objetivo é entender por que, mesmo sendo penalizadas, as concessionárias não melhoram a prestação de serviço aos usuários.
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