Grãos oscilam pouco, enquanto analistas aguardam diálogo entre EUA e China

Os contratos futuros de grãos operam com pouca oscilação, na bolsa de Chicago, enquanto o mercado espera o encontro entre o presidente americano Donald Trump e o chinês, Xi Jinping.

Até o momento, não há negociações de soja da safra nova dos Estados Unidos com a China, maior importador mundial da oleaginosa. Ao mesmo tempo, o Brasil tem aumentado embarques para o mercado chinês, consolidando sua posição de maior exportador mundial da commodity.

Se, para os americanos, a chegada a um acordo pode representar um alívio, para os brasileiros, pode ser uma dor de cabeça, com a previsão de uma nova safre recorde de soja no ciclo 2025/26, que está em fase de plantio. Há o risco de queda nas exportações de soja brasileira para o país asiático, com pressão sobre os preços internos.

Agora, o preço da soja para novembro é de US$ 10,43 por bushel, baixa de 0,17%.

O preço do milho com entrega em dezembro, por sua vez, é de US$ 4,2475 por bushel, com baixa de 0,55%

O mercado do cereal acompanha a colheita nos EUA e o clima no Meio-Oeste do país, principal região produtora.

Por fim, os contratos de trigo para entrega em dezembro caem 0,32%, a US$ 5,37 o bushel.

Ontem, o Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) elevou sua projeção para a colheita mundial de trigo em 8 milhões de toneladas, para 827 milhões de toneladas.

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