Cacau recua em NY com bom desenvolvimento da safra na África

O cacau opera em queda significativa na bolsa de Nova York nesta manhã de quinta-feira (6/11). Os papéis da amêndoa para dezembro caem 2,31%, cotados a US$ 6.248 a tonelada.

O movimento negativo acontece de forma consecutiva após a commodity fechar o pregão de quarta-feira em queda de 3,09%. Segundo a Barchart, as cotações cederam após relatos de produtores da Costa do Marfim – maior produtor mundial – indicarem que os cacaueiros estão se desenvolvendo bem e que o clima seco recente contribuiu para a secagem das amêndoas.

Nesse sentido, a Mondelez, uma das maiores fabricantes de chocolates do mundo, afirmou recentemente que a última contagem de vagens de cacau na África Ocidental está 7% acima da média dos últimos cinco anos.

O preço do café arábica também opera em queda na bolsa de Nova York nesta manhã. Os contratos com vencimento em dezembro caem 1,31%, negociados a US$ 4,0825 a libra-peso.

Porém, diferente do cacau, o café mudou sua rota após fechar a última sessão em alta de 2,06%. A volatilidade da commodity se justifica pelas incertezas sobre o tamanho da safra brasileira para 2026, justificada pela imprecisão do clima.

O açúcar segue estável. Nesta quinta-feira, os lotes do demerara com entrega para março do ano que vem não apresentam variação, cotados a 14,11 centavos de dólar a libra-peso.

Por fim, os contratos futuros de algodão também estão em queda. Os papéis da pluma com entrega para dezembro caem 0,33%, cotados a 66,16 centavos de dólar por libra-peso.

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