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A Polícia Federal prendeu seis pessoas nesta quarta-feira, 12, na Operação Coffee Break – investigação sobre suspeitas de fraudes em licitações nos municípios de Sumaré e Hortolândia, no interior de São Paulo.
A prefeitura de Sumaré disse que colabora com as autoridades e que os contratos sob suspeita foram assinados na gestão anterior. O Estadão também pediu manifestação da prefeitura de Hortolândia.
Um dos alvos da operação é o vice-prefeito de Hortolândia Cafu César (PSB), que foi preso. O advogado Ralph Tórtima Filho, que representa o político, informou que pediu acesso às investigações para se manifestar.
Os policiais federais também cumpriram 50 mandados de busca e apreensão em São Paulo, no Distrito Federal e no Paraná. Grandes quantias em dinheiro foram apreendidas.
O operação foi autorizada pela 1.ª Vara Federal de Campinas.
Segundo a investigação, recursos destinados à compra de materiais didáticos foram desviados por meio do direcionamento e superfaturamento de contratos.
Os crimes investigados são corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa.
COM A PALAVRA, A PREFEITURA DE SUMARÉ
“A Prefeitura de Sumaré informa que recebeu, na manhã desta quarta-feira (12/11), equipe da Polícia Federal para o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de Campinas, em investigação conduzida pelo Ministério Público Federal.
O procedimento tem como foco contratos firmados em 2020, referentes à gestão anterior, e não diz respeito a contratos celebrados pela atual administração.
O Executivo Municipal reforça que está colaborando de forma plena com as autoridades competentes, disponibilizando toda a documentação e informações solicitadas, com transparência e total respeito à legalidade.
Ressalta-se que a medida possui caráter exclusivamente investigativo, sem qualquer conclusão ou juízo de valor sobre eventuais responsabilidades.
A Prefeitura de Sumaré reafirma seu compromisso com a ética, a transparência e a boa gestão dos recursos públicos, mantendo o funcionamento normal de todos os serviços à população.”

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