A Globo Rural revelará, na próxima segunda-feira (24/11), em São Paulo, as grandes vencedoras do Melhores do Agronegócio 2025, a mais tradicional e respeitada premiação empresarial do setor no Brasil.
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Em sua 21 edição, o prêmio avaliou mais de 580 empresas que atuam dentro e fora da porteira, e juntas somaram uma receita bruta total de R$ 2,5 trilhões em 2024, aumento de 55% em relação ao ano anterior. O grande salto é justificado pela criação de novas categorias e entrada de empresas que até então não faziam parte do ranking, além do aumento da receita das companhias já ranqueadas.
Outro fator decisivo para o crescimento anual se deve à consolidação dos valores integrais apresentados nos balanços de grupos econômicos, que começou a ser considerada a partir deste ano nas análises. A metodologia de avaliação é aplicada pela equipe de técnicos da Serasa Experian, parceira da iniciativa e responsável pela coleta, processamento e análise das informações.
Ao todo, o prêmio reconhece as melhores empresas em 21 categorias, entre elas: alimentos e bebidas, cooperativas, indústria de soja e óleos, produção agropecuária, reflorestamento, máquinas e equipamentos, defensivos agrícolas, sementes e serviços agropecuários. Já as novas categorias incluem proteína animal e transporte e logística.
O evento da próxima segunda-feira ainda vai reconhecer e premiar a maior empresa entre as 500 do ranking e entregar outros quatro prêmios especiais: a melhor entre as pequenas e médias, a mais sustentável, o melhor grupo econômico e a campeã das campeãs.
Os prêmios especiais contaram com a avaliação de uma comissão julgadora externa convidada a avaliar os dados das finalistas. Fizeram parte da banca o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados, a economista Zeina Latif, a diretora-executiva da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Gislaine Balbinot, o professor da Fundação Dom Cabral (FDC) Douglas Wegner e o professor da Universidade de São Paulo Fabiano Guasti Lima.
“A premiação mantém a tradição de um escrutínio criterioso para apontar, de fato, as melhores empresas. Além do reconhecimento, o objetivo é inspirar o setor e, assim, fomentar um legado positivo para a economia, o meio ambiente e para as milhares de pessoas que fazem dessas empresas uma potência nacional, muitas com atuação no exterior”, diz Cassiano Ribeiro, head da Globo Rural e comentarista da Rádio CBN.
A avaliação das empresas leva em consideração os índices de Ativo Total, Receita Líquida, Rentabilidade, Endividamento, Giro do Ativo, Margem Líquida, Margem da Atividade, Liquidez Corrente, Evolução do Ativo, Evolução da Receita Líquida.
Essas informações são retiradas e calculadas do balanço patrimonial do ano de 2024 de cada empresa. Além da análise econômica e financeira, a classificação geral considera a responsabilidade socioambiental da companhia, como certidões relacionadas à dívida ativa, trabalhistas, áreas embargadas, entre outros aspectos.
O resultado em cada setor de atividade foi determinado com base nos pontos obtidos por cada empresa nos dois quesitos de avaliação. A análise com base nos índices financeiros tem peso de 70% na nota final, e o de responsabilidade socioambiental, de 30%. Após isso, somam-se as pontuações que foram ordenadas da maior para a menor, definindo assim as 10 primeiras de cada categoria como as campeãs setoriais.
O evento também marca o lançamento do 21 Anuário do Agronegócio, com os rankings e indicadores financeiros das 500 maiores companhias do agro nacional.

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