A categoria de transporte e logística, da qual a VLI foi o principal destaque, foi uma das novidades na edição deste ano da premiação. Assim, a conquista da empresa foi também um marco da evolução do Melhores do Agronegócio, o mais importante e tradicional prêmio do gênero no agro brasileiro.
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Empresas de transporte vinham participando, mas ainda não havia um prêmio específico para representantes do segmento. Com a decisão de criar a nova categoria, o “Melhores” reflete o crescimento do número de empresas especializadas em operações logísticas para o transporte de cargas do agro.
Outra mudança foi a reunião de representantes das cadeias de carne bovina e de aves e suínos em uma só categoria, a de proteína animal. A alteração deveu-se à crescente diversificação dos negócios dessas companhias, que tem transformado muitas dessas empresas em “multiproteínas”.
O troféu Campeã das Campeãs, que a VLI recebeu, integra as categorias especiais da premiação. Nessa lista, o “Melhores” destacou ainda a Phibro, campeã na categoria pequenas e médias empresas, a cooperativa mineira Cooxupé, eleita a melhor em sustentabilidade, a JBS, que levou o prêmio de maior grupo econômico, e a Ambev, que, além de ter vencido como a melhor empresa de alimentos e bebidas, conquistou o troféu de melhor grupo econômico.
Os troféus de maior e melhor grupo econômico também ficaram entre as novidades do “Melhores” em 2025. Até o ano passado, o prêmio destacava a maior empresa do agro brasileiro, mas levando em consideração apenas a operação local das companhias.
Com o crescimento de uma série de empresas brasileiras, que, com isso, tornaram-se efetivamente conglomerados multinacionais, o prêmio passou a considerar os grupos econômicos. O indicador de comparação continua a ser a receita líquida em reais. A eleição do melhor grupo econômico foi um desdobramento dessa novidade.
A escolha dos vencedores das categorias especiais conta com a avaliação de uma comissão julgadora externa, formada por especialistas convidados. Neste ano, integraram a banca os economistas José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados, e Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting, a diretora-executiva da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Gislaine Balbinot, e os professores Douglas Wegner, da Fundação Dom Cabral, e Fabiano Guasti Lima, da Universidade de São Paulo (USP).

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