Depois de dois dias em queda, os contratos futuros de café arábica operam estáveis em Nova York, negociados a US$ 3,7345 a libra-peso.
Nos últimos dias, eles foram impactados pela previsão de chuvas em áreas produtoras do Brasil, que ocorrerão em forma de pancadas, especialmente em Minas Gerais e São Paulo.
“No restante do Sudeste as chuvas serão intensas e persistentes durante a segunda metade da semana, devido à formação de um corredor de umidade, que atuará de forma mais intensa entre Minas Gerais, Espírito Santo e sul da Bahia”, diz, em boletim, Eduardo Carvalhaes, analista especializado no mercado de café.
De acordo com análise da Barchart, o grão também se desvalorizou na bolsa após a Associação Vietnamita de Café destacar que as previsões de tempo seco devem permitir o avanço da colheita no país.
Essa condição de clima reduz as preocupações com a safra no Vietnã, que lidera a produção global de café robusta. No mês passado, os relatos de chuvas fortes e tufões em algumas áreas do país levantaram dúvidas com o tamanho da safra e sobre a qualidade dos grãos colhidos.
Cacau
O cacau registra preços mais baixos na bolsa de Nova York, retomando a tendência de queda consolidada há tempos. Os contratos da amêndoa para março de 2026 valem agora US$ 5.435 a tonelada, com queda de 0,52%.
As atenções do mercado seguem voltadas para o andamento da colheita no oeste africano, onde até o momento, não há indicações de problemas com a safra.
Açúcar
Já o açúcar avança em Nova York, mesmo em meio a um quadro de ampla oferta. Os lotes do demerara para março de 2026 sobem 0,56%, cotados a 15,03 centavos de dólar a libra-peso.
Nos negócios do algodão a manhã é neutra, com os papéis com vencimento em março cotados a 64,57 centavos de dólar a libra-peso, baixa de 0,02%.

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