Muito além da eficiência: conectividade no campo confere segurança e previsibilidade nos negócios

Ao viabilizar a conectividade no campo com a solução 4G TIM No Campo, não só aumentam a eficiência e produtividade, mas também a segurança e a previsibilidade aos negócios impactados. A geração de dados precisos pode também ajudar bancos a mitigar riscos de crédito a produtores e ajudá-los no acesso a juros menores. Esse foi o entendimento apresentando pelos executivos da TIM e Banco do Brasil que participaram de mesa redonda durante a última edição do Prêmio Melhores do Agronegócio 2025, realizado pela Globo Rural, na última segunda-feira (24/11).

Para Alexandre Dal Forno, diretor de IoT & 5G na TIM Brasil, e Alberto Martinhago, diretor de agronegócios e agricultura familiar do Banco do Brasil, a conectividade levada aos produtores pela TIM, num primeiro momento viabiliza otimizar as operações e gestão de custo, elevando a rentabilidade e, depois, permite a elaboração de relatórios precisos que demonstrem a eficiência da propriedade, melhorando os índices de segurança e diminuindo riscos na análise de crédito.

Aumentar a cobertura no campo ainda é um desafio, que vai sendo superado à medida que os produtores conhecem os benefícios das tecnologias oferecidas pela conectividade e internet das coisas (IoT).

Iniciativas que estão na estrada há alguns anos vêm ganhando tração recentemente, como as soluções da TIM. Desde 2018, a TIM desenvolveu a solução 4G TIM no Campo, tecnologia LTE 4G em 700 MHz já instalada nas cidades, garantindo compatibilidade e desempenho de padrão mundial. A rede também está preparada para o NB-IoT (Narrow Band Internet of Things), tecnologia que permite a conexão de sensores e dispositivos com baixo consumo de energia, ampliando as possibilidades de automação e monitoramento no campo.

Hoje, a companhia lidera a oferta de sinal 4G na frequência 700 MHz, atendendo a demanda de mais de 60 grandes clientes do setor e cobrindo mais de 23,5 milhões de hectares com a tecnologia 4G.

“Vale ressaltar que essa infraestrutura beneficia diretamente 338 mil pequenas e média propriedades vizinhas, unidades básicas de saúde e escolas públicas de áreas rurais impactando a vida de 2,3 milhões de pessoas”, destaca Dal Forno. “Nossa estratégia se baseia na importância da conectividade para a habilitação da transformação digital na agricultura”, acrescenta.

O avanço passa pela adoção da internet das coisas. A companhia é cofundadora do ConectarAGRO e encara a missão de transformar digitalmente o campo com diferentes soluções que agregam eficiência da dados para proporcionar os melhores resultados ao longo da cadeia.

Algumas das soluções incluem monitoramento de culturas, com sensores conectados que podem monitorar condições do solo, clima e saúde das plantas em tempo real, permitindo que os agricultores tomem decisões informadas sobre irrigação, fertilização e colheita. Há também a gestão de maquinário, com o rastreamento de máquinas agrícolas, otimizando o uso e a manutenção dos equipamentos, o que resulta em economia de tempo e recursos. Na automação de processos, é possível gerenciar irrigação e aplicação de defensivos agrícolas, reduzindo o desperdício e aumentando a eficiência, sem falar na sustentabilidade.

Nessa seara, a conectividade promove práticas agrícolas mais responsáveis, como a redução do uso de recursos, via monitoramento preciso, que impacta no uso racional da água e insumos, minimizando impacto ambiental. Já o aumento da produtividade contribui para a segurança alimentar.

As soluções tecnológicas visam tornar as atividades do campo mais preparadas para desafios futuros, incluindo mudanças climáticas e oscilações de mercado.

“A TIM está desempenhando um papel crucial na modernização do setor agropecuário brasileiro. Com seus programas de conectividade e Internet das Coisas, a operadora não apenas melhora a eficiência e a produtividade no campo, mas também promove práticas mais sustentáveis, alinhadas com as demandas do mercado. A transformação digital no campo é uma realidade, e a TIM está na vanguarda dessa mudança”, afirma Dal Forno.

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