Evolução das picapes Ford acompanha produtividade da agroindústria brasileira

Segundo projeção do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (USP), a participação do agronegócio no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve atingir a marca de 29,4% em 2025. Com contribuição tão significativa na economia do país, esse mercado mobiliza uma grande variedade de setores, de forma direta e indireta. Faz parte dessa movimentação o segmento automobilístico, fundamental para o transporte e a produção no campo.

A Ford está presente no Brasil há mais de um século, e se posiciona como parceira do agronegócio nacional há quase sete décadas, tornando-se, ao longo do tempo, referência em picapes. Essa relação teve início com a Ford F-100, que chegou ao mercado brasileiro em 1957 — momento em que os produtores rurais dependiam de veículos capazes de enfrentar longas jornadas e terrenos desafiadores. O modelo ficou conhecido no mercado por sua força e versatilidade, e foi produzido até 1979, sendo substituído pela F-1000.

“A F-1000 entregava durabilidade e um nível de robustez que marcou época”, afirma Marcel Bueno, diretor de Marketing da Ford América do Sul. A picape, produzida no Brasil entre 1979 e 1998, tornou-se ícone nas fazendas. “Com mais capacidade, motores mais fortes e soluções pensadas para o trabalho pesado, consolidou a presença da Ford no agro.”

Divisor de águas

Na década de 1990, um novo modelo movimentou o segmento de picapes no Brasil. A Ford Ranger começou sendo importada dos Estados Unidos em 1994, e alguns anos depois passou a ser produzida na Argentina. Oferecendo conforto e segurança em níveis inéditos até então, ela estabeleceu um novo padrão de qualidade para atender as maiores demandas dos clientes do agronegócio.

“A Ranger mostrou que uma picape podia ser potente para o trabalho e também sofisticada e confortável para o uso cotidiano. Tanto que caiu não só no gosto não só do produtor rural, mas também do público urbano”, afirma Bueno. “Sua aceitação foi imediata, e ela se tornou uma sólida referência de inovação e desempenho. Um verdadeiro divisor de águas.”

A atual Ranger, em sua quinta geração global e quarta vendida no Brasil, combina três pilares. O primeiro é a robustez, com estrutura completamente nova e testada à exaustão para o uso intenso no agro e em terrenos desafiadores. O segundo pilar é a performance, com destaque para a gama de motores — em especial o V6 Diesel. Com 250 cavalos de potência e torque de 600 Nm, o maior da categoria, o motor entrega força desde baixas rotações, atendendo às demandas de reboque e carga em atividades pesadas. A engenharia do conjunto permite conciliar desempenho em situações de maior exigência e, por outro lado, também oferece uma condução suave e precisa no uso diário.

Tecnologias de conforto, segurança e conveniência que antes eram restritos aos SUVs premium atualmente estão presentes na Ranger, formando o terceiro pilar. São recursos como o sistema multimídia SYNC 4, câmera 360 graus, navegador off-road, assistentes avançados para o motorista, conectividade e interior com acabamento sofisticado.

Raça Forte

Picape Ford F-150 tem como diferencial a experiência premium — Foto: Divulgação
Picape Ford F-150 tem como diferencial a experiência premium — Foto: Divulgação

A Ford conta ainda com duas outras opções, para atender diferentes necessidades entre aqueles que buscam picapes. A Maverick tem apelo urbano, é voltada para quem busca versatilidade no dia a dia e tem o seu lifestyle conectado a esportes de aventura e viagens. Tem dirigibilidade de SUV, design moderno, tecnologia avançada e versatilidade. Já o diferencial da Ford F-150 é oferecer uma experiência premium, mesmo dentro do dia a dia do ambiente rural, com conforto, imponência e alta performance do motor V8 — com ampla capacidade de reboque.

Apesar das diferenças, os três modelos levam o selo Raça Forte, respondendo a um conjunto de critérios que define o padrão de uma picape Ford. Para isso, é preciso ter robustez verdadeira, capacidade real de trabalho e confiabilidade no uso intenso. Segundo a empresa, os critérios são garantidos por testes em condições extremas, incluindo lama, poeira, calor, reboque em alta carga e ciclos contínuos de esforço. “Só recebe o selo Raça Forte quem prova, na prática, que tem força, durabilidade e capacidade para enfrentar qualquer desafio”, finaliza Marcel Bueno.

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