Como preparar chester que já vem temperado? Veja 6 dicas

Hoje em dia, é comum encontrar as versões de Chester já temperadas prontas para assar nas prateleiras do supermercado. Ainda assim, muitos consumidores optam por ir além do tempero de fábrica e apostar em pequenos ajustes durante o preparo. Quer fazer o mesmo? Confira dicas de como deixar a proteína ainda mais saborosa neste Natal.

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1. Reforce o tempero com uma marinada leve

Ingredientes como alho, cebola, ervas frescas, vinho branco ou suco de laranja podem ser usados para complementar o sabor. O ideal é deixar o chester descansar na marinada por pelo menos 12 horas na geladeira.

2. Pincele gordura antes de assar

Manteiga ou azeite misturados com ervas ajudam a dourar a pele e evitam que a carne resseque durante o cozimento.

3. Use ervas e aromáticos na cavidade

Alecrim, tomilho, sálvia, louro e até rodelas de cebola ou limão liberam aroma durante o preparo e intensificam o sabor da carne.

4. Regue durante o cozimento

Regar o chester com o caldo que se forma na assadeira ao longo do preparo ajuda a manter a suculência e distribui melhor o tempero.

5. Controle a temperatura do forno

Comece assando em temperatura média, com papel-alumínio, e aumente o calor apenas na etapa final para garantir uma pele dourada e crocante.

6. Deixe a carne descansar antes de servir

Após retirar do forno, aguarde de 10 a 15 minutos antes de fatiar. Esse tempo permite que os sucos se redistribuam, deixando a carne mais macia.

O que é chester?

Quem costuma preparar a ceia de Natal já conhece bem o chester, alternativa mais farta ao frango tradicional, que costuma agradar pela quantidade de carne e suculência. O que muita gente não sabe é que o chester não é uma ave diferente, mas, sim, resultado de um trabalho de seleção genética feito a partir do frango comum.

Ao longo dos anos, pesquisadores passaram a escolher linhagens com maior desenvolvimento do peito e das coxas, justamente as partes mais valorizadas na hora de servir. O resultado aparece no prato: cerca de 70% da carne do chester fica concentrada nessas regiões, o que garante bom rendimento e explica por que a ave parece maior do que um frango convencional.

O nome também vem daí: “chester” deriva da palavra inglesa chest, que significa peito. Na prática, o sistema de criação é parecido com o das aves vendidas diariamente nos supermercados, com produção em confinamento e alimentação à base de ração. A principal diferença está na genética utilizada. Outro detalhe pouco conhecido é que, ao contrário do peru, em que a fêmea costuma ser destinada à ceia natalina, no caso do chester o macho é o principal produto comercializado.

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