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As piores previsões do bolsonarismo encontram amparo no histórico da Primeira Turma do Supremo. O prazo médio entre o recebimento das denúncias relacionadas ao 8 de janeiro e as condenações tem sido de quatro meses. Para o julgamento da denúncia contra Bolsonaro e seus cúmplices mais relevantes, Zanin programou três sessões —uma na manhã do dia 25 de março, outra no período da tarde e a terceira na manhã do dia 26.
Quer dizer: antes do final do mês, devem estar sentados no banco dos réus Bolsonaro; os generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Braga Netto; o almirante Almir Garnier Santos; o delator Mauro Cid, o deputado Alexandre Ramagem e o ex-ministro Anderson Torres. Até aqui, os companheiros de Turma de Moraes —Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux— têm avalizado por unanimidade decisões do relator sobre envolvidos na trama golpista. Mantido o padrão, a uniformidade reduz a margem de manobra dos advogados para a formulação de recursos.

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