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O avanço do etanol de milho tem reconfigurado a cadeia produtiva no estado, com a expansão da estrutura industrial e maior agregação de valor ao grão. Atualmente, Mato Grosso conta com 17 usinas de biocombustíveis em operação, sendo nove dedicadas exclusivamente ao milho e três no modelo flex, que utilizam milho e cana-de-açúcar.
Com uma mudança estrutural, o estado passa a industrializar internamente parte significativa do milho que antes era exportado in natura, gerando emprego, renda e ampliando a arrecadação.
Durante a abertura do evento, o governador Otaviano Pivetta destacou que o processo de industrialização ganhou força a partir de 2017, com a instalação da primeira usina de etanol de milho em Mato Grosso: “Mato Grosso já é o maior produtor de bioenergia do país e, neste ano, deve esmagar cerca de 20 milhões de toneladas. Isso mostra o tamanho do potencial que ainda temos para crescer. O Estado tem feito a sua parte, com incentivos fiscais e um ambiente seguro para atrair indústrias. Isso amplia as opções para o produtor vender o milho aqui dentro, agrega valor à produção e gera emprego e renda. É assim que transformamos a produção em desenvolvimento”, afirmou.
Além do biocombustível, a cadeia do etanol de milho também gera subprodutos como o DDGS, utilizado na nutrição animal, e contribui para a produção de bioeletricidade, ampliando o impacto do setor na economia e na segurança energética do país.

Com 5,6 bilhões de litros, Mato Grosso consolida liderança e já responde por 70% do etanol de milho do Brasil
Mato Grosso produziu 5,6 bilhões de litros de etanol de milho na safra 2024/2025, volume que representa cerca de 70% de toda a produção brasileira e consolida o estado na liderança nacional do setor. O desempenho e as perspectivas de foram discutidos na 3ª Conferência Internacional UNEM Datagro, realizada nesta quinta-feira (16), no Cenarium Rural, em Cuiabá.
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