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Nessa hipótese, o presidente do PSD, Gilberto Kassab vai precisar decidir se mantém os três ministérios que o partido possui no governo Lula ou se apoia Tarcísio, de quem é secretário e importante aliado.
Foi por isso que Pacheco disse a Lula que cogita se candidatar a governador, mas que ainda não bateu o martelo. Conforme revelou a Folha, os dois se encontraram no último sábado (15).
O senador também já descartou logo no inicio da conversa a pretensão de ocupar algum ministério quando o presidente perguntou sobre seu futuro político. Pacheco teria dito a Lula que sabia desses rumores, mas que não tem essa intenção e que tampouco cogita nova candidatura ao Legislativo.
A avaliação de interlocutores do senador é que ele não quer ingressar no ministério agora e dar uma espécie de “aval” a atual gestão antes de uma definição do partido.
TROCA DE PARTIDO
Pacheco não descarta, contudo, deixar o PSD caso decida ser o candidato de Lula em Minas Gerais em 2026 e o partido siga com Tarcísio.
Nesse caso, ele migraria para outra agremiação.
Outra hipótese também em estudo pelo senador é buscar uma candidatura de centro, sem vinculação com nenhum candidato presidencial, que “automaticamente” ganharia o apoio do PT.
Foi a estratégia, por exemplo, do prefeito eleito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD).
Como bom mineiro, no entanto, o senador sabe que não precisa tomar essas decisões agora.

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