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A votação foi presencial e remota. A deputada criticou a ausência de Flávio no plenário do Senado. Ele foi ao Rio Grande do Sul para fazer campanha.
“Ele não pisou no plenário do Senado, ele foi o último a dar presença. Ele mudou de opinião numa oposição eleitoreira. Isso é cinismo, isso é manobra eleitoral”, afirmou a deputada.
Segundo ela, a força que o PL conquistou no Congresso vai permitir ao partido desfazer a conquista dos trabalhadores. A legenda elegeu 121 dos 513 deputados e terá uma bancada com 28 dos 81 senadores.
“Se ganharem as eleições [para a Presidência da República com Flávio], no dia seguinte, com a força que construíram no Senado e na Câmara, serão capazes de retroagir esse direito. Não iremos retroceder”, disse Erika.
Para a deputada, a ausência de Flávio demonstra a falta de interesse do presidenciável sobre o tema.
“Cadê o senador Flávio Bolsonaro? Cadê os argumentos dele no plenário do Senado? Cadê a fala dele para os trabalhadores, para as mulheres que amargam essa escala, para as mães atípicas do Brasil? Não deu as caras.”
Ela disse, ainda, que Flávio não tem compromisso com os trabalhadores, está usando a pauta da 6×1 para se eleger “e vai ficar marcado na história como alguém que usou uma pauta tão importante pra tentar virar voto”.

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