Marca de água sanitária tem venda proibida pela ANMAT

A Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT), da Argentina, proibiu a fabricação, a venda e o uso de uma marca de água sanitária após identificar irregularidades nos registros sanitários do produto.

A medida também abrange a distribuição, a publicidade e as plataformas de comércio eletrônico em todo o país. A decisão foi publicada no Boletim Oficial e busca proteger os consumidores diante da falta de informações confiáveis sobre a fabricação do produto.

Qual marca de água sanitária foi proibida pela ANMAT?

A restrição envolve a água sanitária 656 Profesional, concentrada a 60%. Segundo a agência reguladora argentina, havia dúvidas sobre a legitimidade do produto, o que levou à abertura de uma investigação para verificar sua procedência e regularidade sanitária.

Durante a apuração, as autoridades constataram que a produção não estava devidamente registrada. Além disso, não foi possível identificar um estabelecimento responsável pela fabricação, dificultando a verificação das condições em que o produto químico era produzido.

Por que a agência proibiu a comercialização do produto?

A principal razão foi a ausência dos registros necessários para comprovar a fabricação regular e permitir a fiscalização sanitária. Sem essas informações, a ANMAT não conseguiu confirmar a procedência do produto nem verificar se sua produção atendia às exigências aplicáveis.

A agência também tentou notificar a empresa que supostamente seria responsável pela marca, utilizando o endereço divulgado em suas redes sociais. No entanto, a comunicação não recebeu resposta, e a investigação avançou para a adoção de medidas restritivas.

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Marca de água sanitária tem venda proibida pela ANMAT
Marca de água sanitária tem venda proibida pela ANMAT. Créditos: depositphotos.com / IgorVetushko

Quais atividades estão proibidas em relação à água sanitária?

A disposição 6539/2026 determina que a proibição seja aplicada em todo o território argentino. A decisão abrange diferentes etapas da cadeia comercial, incluindo os canais digitais.

Entre as atividades atingidas pela medida estão:

⚠️ Alerta sanitário

O que está proibido pela ANMAT?

A decisão argentina abrange seis atividades relacionadas à água sanitária 656 Profesional, concentrada a 60%.

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Proibição em todo o território argentino
A medida impede a circulação comercial e o uso do produto abrangido pela decisão, incluindo ofertas em plataformas digitais.

01

Fabricação

Produzir a água sanitária incluída na proibição.

02

Uso do produto

Utilizar o produto abrangido pela determinação sanitária.

03

Comercialização

Vender o produto em lojas físicas ou outros canais comerciais.

04

Distribuição

Fornecer ou distribuir comercialmente o produto proibido.

05

Publicidade

Divulgar anúncios ou campanhas para promover sua aquisição.

06

Venda pela internet

Anunciar ou oferecer o produto em plataformas de comércio eletrônico.

A restrição foi adotada para impedir que o produto continue circulando sem a comprovação de sua regularidade sanitária.

O que a ANMAT identificou durante a investigação?

A apuração apontou dois problemas centrais: a falta de inscrição regular da produção e a impossibilidade de identificar o estabelecimento responsável pela fabricação. Esses fatores impediram a confirmação da legitimidade do produto e das condições em que era elaborado.

O órgão também acionou seu programa de monitoramento e fiscalização de publicidade e promoção de produtos sujeitos à vigilância sanitária. A iniciativa incluiu a análise de links utilizados para divulgar e comercializar a água sanitária.

Como a proibição busca proteger os consumidores?

Segundo a ANMAT, a medida tem como objetivo proteger possíveis compradores e usuários de um produto cujas condições de fabricação são desconhecidas. A agência ressaltou que produtos de limpeza de uso doméstico precisam cumprir as exigências de habilitação e registro para serem comercializados legalmente.

A decisão não significa, por si só, que tenha sido comprovada uma contaminação ou um dano específico à saúde. O fundamento divulgado pela autoridade foi a falta de registros que permitissem verificar a fabricação legítima e a fiscalização do produto.

A determinação reforça a importância de verificar a procedência e a regularidade sanitária de produtos químicos utilizados na limpeza doméstica, especialmente quando são vendidos pela internet.



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