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Licença de Eduardo fez PL indicar o bolsonarista Filipe Barros (PL-PR). Ele foi eleito com 24 votos dos 38 presentes. O filho 03 do ex-presidente Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que ia se licenciar para permanecer nos Estados Unidos, onde está há 19 dias. O parlamentar afirmou que continuará nos EUA para buscar punições contra o ministro do STF Alexandre de Moraes.
PGR negou pedido do PT para apreender passaporte de Eduardo. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, informou, ontem, ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a representação dos parlamentares petistas não tinha “elementos informativos mínimos” para enquadrar Eduardo Bolsonaro nos crimes apontados.
O PL ainda manteve o comando da Comissão de Segurança Pública. A bancada ainda está discutindo o nome que deve comandar o colegiado. Um dos principais cotados é o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP). No Turismo, o partido avalia indicar Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG).
É com imensa responsabilidade que recebo a missão do presidente [Jair] Bolsonaro e do meu partido, o PL, para presidir a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, Trincheira tão importante para que resgatemos a nossa verdadeira soberania, nossas liberdades, para que a nossa democracia volte a ficar de pé.
A Creden será, sem dúvidas, uma importante ferramenta institucional para o diálogo com o mundo, onde poderemos deixar claro que a vontade dessa casa, a vontade do povo, é soberana na democracia brasileira.
Filipe Barros (PL-PR)
PT abriu mão de educação
O partido do presidente Lula almejava a Comissão de Educação, que ficou no comando do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em 2024. Os petistas tinham a segunda pedida de comissões e abriram mão em acordo com o União Brasil para que o partido desistisse da relatoria do Orçamento de 2026. A LOA deve ficar com o MDB — o que é mais interessante para o Planalto, já que os emedbistas são mais próximos do governo e será o ano da possível reeleição do presidente Lula.
PT escolheu comissões da área econômica e sensíveis para o governo. O partido ficou com Fiscalização e Controle, Direitos Humanos e Cultura. A sigla também escolheu Finanças e Tributação, que funciona em caráter terminativo, ou seja, todos os projetos votados não precisam passar pelo plenário. O deputado Rogério Correia (PT-MG) foi o indicado para comandar o grupo. Os demais nomes ainda seguem em negociação.

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