Polymarket dá 76,8% de chance de vitória a Flávio contra Lula

A probabilidade de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno das eleições presidenciais contra Lula (PT) chegou a 76,8% no Polymarket.

O petista aparece com 23,5% de probabilidade de vitória.

Antes da votação do primeiro turno, em 4 de outubro, as apostas em Flávio chegaram a cair para 57%.

Naquele momento, os usuários também negociavam posições relacionadas aos outros candidatos, ainda que com valores mínimos.

O senador do PL terminou o primeiro turno com 56,1 milhões de votos.

Jair e Lula

Na véspera do segundo turno de 2022, Lula tinha 72,4% de probabilidade de vitória sobre Jair Bolsonaro (PL) no Polymarket.

Na ocasião, o então presidente aparecia com 28,4% de probabilidade, enquanto o petista tinha 72,4%.

Em 2022, a média das pesquisas divulgadas nos seis dias anteriores à votação dava 52,2% a Lula. No mercado de apostas, a probabilidade atribuída à vitória do petista era de 68%.

Ele acabou vencendo o segundo turno por 50,9% a 49,1%.

Rejeição

Apesar da redução da diferença para Flávio, a rejeição de Lula ainda é maior do que a do filho de Jair Bolsonaro, aponta pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 19.

O petista não seria votado “de jeito nenhum” por 47,8% dos entrevistados, enquanto o candidato do PL não receberia o voto de 46,8% dos respondentes.

Lula é o “único em quem votaria” para 42,5% e poderia receber o voto de 7,6%.

Pelo menos 41,4% dizem que Flávio é o único candidato em quem votariam, enquanto 8,7% afirmam que poderiam votar nele, não não têm certeza disso.

Na pesquisa divulgada em 13 de outubro, a rejeição de Lula era de 50,6% e a de Flávio, 47%.

Lula x Flávio

O levantamento indica uma diferença de 0,6% entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

O filho de Jair Bolsonaro tem 46,5% das intenções de voto, ante 45,9% do petista.

Votos brancos e nulos são 4,7%; não sabem ou não responderam, 2,9%.

Na semana passada, Flávio tinha 47,9% das intenções de voto. Lula tinha 45,1%.

Brancos e nulos eram 4,7% e indecisos, 2,3%.



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