
A defesa alega que Dino tem que ser ouvido como testemunha pois era ministro da Justiça no 8 de janeiro. “Sua oitiva na condição de testemunha revela-se imprescindível para a devida elucidação de todos os procedimentos adotados pelos órgãos de Segurança Pública, responsáveis pela preservação da ordem e proteção das instituições democráticas no âmbito do Estado Brasileiro”, diz.
Advogados também pedem que outros militares sejam ouvidos, incluindo o general Marco Edson Gonçalves Dias. Ele era chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no 8 de janeiro.
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